segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Sobre papinhas


Com 4 meses iniciamos as frutas, mas a Be foi aceitar realmente com 5 meses. Ficamos nas papinhas de frutas ate os 6 meses, quando finalmente ela começou a comer as papinhas.
Meu pediatra não é nada didático, ela simplesmente liberal geral sem dar muitas explicações. Os pediatras das amigas dão listinhas com grupos alimentares, e o meu apenas diz: varie e nutra com inteligência. Ele parte do princípio que não sou nutricionista, mas tampouco completamente leiga. A essa altura do campeonato, a Bê já provou de tudo.
Comecei bem aos poucos.
Foram 15 dias de papa de legumes, sendo a primeira batata, chuchu e cenoura. Repeti dois dias. Depois, Batata, chuchu e abóbora. Repeti por dois dias. Mandioquinha, chuchu e cenoura. E aos poucos, fui analisando se ela tinha qualquer reação a qualquer alimento.
Vario a batata entre mandioca, mandioquinha, cará, inhame e batata doce.
Vagem entre ervilha torta, chuchu, abobrinha, brócolis, couve flor, repolho.
Cenoura ou beterraba.
Cebola, cebolinha, salsinha, tomate uso com moderação, para dar um gostinho.
Nabo, salsão, erva doce e alho poro também uso de vez em quando.
Depois iniciei as folhas: alface, radiccio, espinafre, couve, acelga.
Quando iniciei a carne, comprei carne fresca no açougue, piquei em cubinhos, refoguei e cozinhei na pressão. Guardei os cubinhos no congelador, e assim faço ate hoje: tenho pequenas porções pre cozidas de carne e frango, e agora de peixe também. (como refogo a carne com temperos e sal, nao salgo a papinha. Assim ela nao fica completamente sem sal)
Com o tempo ele liberou o arroz integral e cereais, então as vezes acrescento milho, ervilha, arroz ou macarrão na papa.
O feijão eu demorei um pouco, sendo que prefiro o caldinho, e quando coloco grãos, sempre os peneiro. Evito a casquinha. E feijão apenas no almoço. Vario o feijão com lentilhas, feijão branco, fradinho, feijão preto e grão de bico.
Procuro colocar alface no jantar, percebi que ela dorme melhor. Se é coincidência nåo sei, mas mantive a alface no jantar.
E tudo isso fiz de forma super pratica, na minha super maquina de papinhas que tinha postado aqui para vocês. Gente, minha máquina quebrou com dois meses de uso. Tentei consertar, mas como a marca não ê conhecida, não teve conserto. Fui em vaaarias lojas que consertam tudo o que eh treco. Fica a dica: existe a maquina de papinhas da Cuisinart. Um pouco mais cara que a da Beaba, mas nessas horas... beeeem melhor.
Desde então me adaptei assim: pico tudo e coloco numa panelinha a vapor, que comprei especialmente para a Be. Depois de cozidinho, bato no mixer e porciono. Raramente congelo.
Prezo pelas papas frescas e feitas diariamente.
Enquanto conseguir, farei-as. Obvio que se eu nao tivesse a mordomia da babá seria diferente, mas como tenho, as papas são feitas fresquinhas, com legumes fresquinhos.
Depois, uma papa de frutas de sobremesa. Banana prata é a líder, mas a maça cozida, pera cozida ou mamão também agradam bastante.
Eu disse que prezo, dou preferencia para a papa fresca feita em casa, mas não é regra. Dias em que preciso, recorro sem problemas `as papinhas industrializadas. Já testei alguns sabores, e hoje fui no Atacadão e comprei dois novos sabores. Adoreiii o preço, paguei menos de três reais cada potinho, comprei quatro e a sobremesa de hoje do almoço foi “frutas tropicais”.
Fiquei muito chateada quando li que a papinha da marca HEINZ que eu comprei tem açúcar na composição, e nåo é pouco. Na embalagem, vem escrito: água, açúcar, e então o suco de frutas. A da Nestlé nåo tem açúcar. Chequei os dois rótulos e devo admitir que fiquei triste por ter oferecido açúcar antes do que imaginava.
Para as mamães de plantão, fiquem atentas... olhem sempre os rótulos.
=/

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

A historia da Gi - parte final

Mais uma vez fui tomada pelo medo, pelo pavor, sonhava com um parto normal,
tranquilo e mais uma vez estava correndo riscos...controlamos diariamente
minha pressão e consegui chegar até a semana 36, e no dia 02/05/2014 meu
pequeno milagre nasceu, nosso querido e amado Daniel veio ao mundo e, mesmo
pitico com 2,160 kgs já era lindo demais (mãe é assim mesmo kkk) ele ficou
27 dias na U.T.I da Pro Matre (atendimento excelente!) foram dias de
alegrias e angústias, ser mãe de U.T.I é ter o coração alerta, viver
angustiada, mas também conhecer histórias lindas de superação, sou amiga até
hoje de várias mães e, no dia 27/05/2014 meu Daniel finalmente chegou em
casa e aí sim passei a realizar o meu sonho de ser mãe!

Hoje o Daniel está com quase 5 meses, está mais lindo, saudável e fofucho,
ainda não é tão grandão quanto os bebês da idade dele, mas logo ele alcança
essa turma, o importante é que meu filho me faz a mãe mais feliz do mundo e,
ele demorou mas veio um bebê calmo, amoroso, muito querido mesmo, um
verdadeiro sonho!

Bom essa é minha história, minha jornada para engravidar apesar das imensas
tristezas que teve, terminou com um final feliz e, hoje agradeço muito a
Deus tudo o que passei para conquistar nosso menino, nessa jornada temos que
contar com tudo, bons médicos, exames certos, ter fé , ter coerência em
saber a hora de continuar e de parar e, acreditar em milagres! Espero de
coração ajudar um pouco quem está nessa jornada, sempre achamos que somos as
únicas a passar por isso tudo! Mas não somos e se tivermos a ousadia de não
desistir dos nossos sonhos seremos agraciadas com pequenos milagres!

E esse é meu amado e tão querido Daniel

...

Gislaine Salmazi


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A historia da Gi - parte 3

Mas no começo do ano de 2013 resolvi emagrecer, dizem que isso ajuda muito e
como fiz uma dieta mais rica em proteínas, emagreci 13 kgs, voltei ao meu
peso antigo, muitos dizem que a qualidade dos óvulos melhoram, uma amiga me
indicou a ginecologista Dra. Daniella Castellotti (3051-8442) pesquisei pela
internet(achei o blog da Thais!)  e gostei muito dela na primeira consulta!
Ela me pediu muitos, muitos exames e no final descobrimos que eu tinha uma
pequena endometriose, baixa reserva ovulariana e, uma alteração no sangue
que me deixava com tendência ter trombose e ainda, vimos que eu tinha
microtromboses pelo útero, o que poderia dificultar a implantação dos
embriões (esse exame mede o fosfatidil do organismo, muito importante para
quem está investigando as causas da infertilidade ou de abortos espontâneos
sem motivos aparentes)

Enfim a Dra. Daniella foi um anjo em minha vida, descobriu muitas coisas e,
eu que queria tentar engravidar novamente só em 2014, descobri que tinha que
correr, pois meus óvulos já estavam perdendo muito a qualidade, até pela
minha idade 36 anos, ela me passou umas vitaminas, remédios, algumas
orientações e lá fui eu começar toda minha jornada...confesso que estava
meio desanimada com tudo isso, achava que teria vários tratamentos pela
frente, mas no primeiro ciclo conseguimos 4 bons embriões, optamos por
colocar 2 e, congelamos os outros dois e, graças a Deus e a ciência tudo foi
perfeito!

Engravidei de um bebê só, tive uma gestação tranquila, na verdade eu tentei
me acalmar de todas as formas, afastar pensamentos negativos, mas confesso
que morria de medo de tudo, tomei injeções de Clexane (heparina) para afinar
o sangue até antes do tratamento e,  quase até o final da gestação e, fazia
exames regularmente para controlar as taxas no organismo, me alimentei bem,
sem exageros, mas na semana 30  tive um comecinho de diabetes gestacional,
consegui controlar e, tudo seguia muito bem, até que na semana 34, minha
pressão que sempre foi baixa, passou a subir, oscilar muito mesmo e meu
pequeno Daniel parou de ganhar peso e, a Dra. Daniella me avisou que
teríamos que antecipar o parto, pois nós dois corríamos risco de vida...

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A histori da Gi - parte 2

Assim depois de 2 anos de tentativas frustradas de engravidar naturalmente,
muita expectativa, encontrei esse médico especialista em fertilização e
comecei a pesquisar as razões de não engravidar, em 2011, fiz vários exames
e, não tínhamos nenhum problema aparente, óvulos bons (poucos mas bons!), os
exames do meu marido ok, apenas uma trompa esquerda obstruída, mas como não
engravidei durante 2 anos e não queria mais esperar, pois já estava com 34
anos, optamos pela F.I.V,  engravidei na primeira tentativa, imaginem a
nossa felicidade, mas ao realizar o primeiro ultrassom veio o primeiro
susto...a  gravidez era ectópica  (depois descobri ser comum esse tipo de
gestação em Fivs) e tive que tirar a trompa direita, assim me restou apenas
um trompa obstruída... esperei uns 2 meses e fiz minha segunda F.I.V.

E novamente engravidei, muito feliz e grata por não sofrer tanto com o
tratamento, mas muito preocupada para saber se estava tudo bem e, no
primeiro ultra descobrimos que eram gêmeos, eu e meu marido vibramos com a
notícia, me assustei um pouco, pois sabia que a gestação gemelar tem mais
riscos, mas a alegria de ter dois bebês em minha barriga era enorme, tive
uma gestação tranquila, descobrimos logo no começo que eles eram
univitelinos (um embrião se dividiu em dois) e eram meninos! Com 20 semanas
fizemos o enxoval deles em Miami e tudo estava indo muito bem...

Mas a partir da 21 primeira semana passei a sentir muitas dores nas costas
e a inchar demais, em uma semana engordei 5 kgs e, sentia que tinha alguma
coisa de errado... sempre realizamos ultrassom em médicos particulares, mas
infelizmente ele errou muito com meus pequenos, não viu que eles estavam na
mesma placenta e que desenvolverem a Síndrome de Transfusão Feto Fetal, pois
dividiam o mesmo cordão umbilical e, um passou a roubar os nutrientes do
outro, o que ocasiona o crescimento exagerado de um em detrimento do
outro...quando descobrimos isso, pouco se podia fazer, encontrei um médico
maravilhoso, especialista em Medicina Fetal, o Dr. Antonio Carlos Moron, que
foi um anjo e tentou de tudo para salvar meus meninos, mas com quase 24
semanas, eles não resistiram, tiveram um infarto e faleceram dentro da
barriga, a dor já era tão absurda e ainda tive que encarar uma indução para
parto normal, pois os médicos queriam preservar meu útero e tive parto
normal, contrações até o grau 10 e sai de lá sem meus filhos e ainda
engordei 18 kgs ... foi uma tristeza imensa sair do hospital sem meus
filhos...achei que não ia aguentar tanta tristeza, mas sobrevivi, segui a
vida e dei um tempo no tratamento para engravidar!

 Em 2012 pesquisei novos médicos, queria mudar de ares, mas não gostei de
nenhum médico que visitei e voltei para o médico da minha primeira F.I.V,
ele aumentou as dosagens dos remédios, insistiu em alguns protocolos que não
estavam dando certo e,  fiz mais 3 FIVS, todas frustradas que, só me
engordaram e me incharam muito...terminei o ano destruída...mas não culpo o
médico antigo, ele sempre foi muito bacana com a gente, ele também ficou
muito chateado e, quando meu marido sofreu o acidente de moto no final do
ano de 2012 e,  ele me ajudou muito no hospital!

O ano de 2012 terminou cheio de tristezas e frustações, já estava tão
cansada, mais velha e, pensava em desistir do sonho de ser mãe depois de
quase 4 anos lutando por isso...

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A Historia da Gi - parte 1

Olá meninas! Primeiramente gostaria muito de agradecer a Thais pela
oportunidade de contar a minha história e, principalmente, por todo apoio
que ela sempre me deu! Encontrei o blog da Thais pesquisando o nome da Dra.
Daniella Castelotti pela internet, li todos os posts e, fiquei impressionada
com algumas semelhanças e, principalmente amei a forma esclarecedora e
didática que ela tem para escrever e para interagir com suas leitoras,
sempre atenciosa, respondendo nossas dúvidas, no começo passei a comentar
com outro nome...Alice...queria me manter anônima...mas logo trocamos
e-mails, me identifiquei e, não paramos mais de nos falar...e como vibrei
com o nascimento da Be, que agora é minha futura nora kkk

Agora vou contar um pouco da minha história, sou advogada e hoje tenho 37
anos, sempre sonhei em ser mãe, casei aos 28 anos e,  planejei tudo em minha
vida, carreira, casamento, sou super controladora e amo rotina e, claro
planejei engravidar aos 32 anos e ter uma família de comercial...

Mas nem tudo é como planejamos... Parei de tomar pílulas com 31 anos e
tentei durante um ano engravidar e nada acontecia...não tinha nenhum
histórico de problemas ginecológicos, aos contrário, sempre tive fluxo
menstrual regular, nunca tive cólicas fortes, ou infecções, enfim tinha
todas as possibilidades e nada de engravidar...eu e marido, viajamos,
tentamos esquecer um pouco o assunto, mas mesmo assim nada deu certo! E meu
antigo médico insistia que estava tudo bem, não me pediu nenhum exame mais
elaborado e eu confie nele por 2 anos...hoje me arrependo um pouco, pois
deveria ter insistido em fazer mais exames, ter investigado melhor, acho que
perdi muito tempo e no final cansei desse médico (meu ginecologista antigo)
e procurei um ginecologista especialista em fertilização.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Praia e dente!

Meninas,
Plena segunda feira a noite e eu estou na praia, na minha nova "casa".
Viemos para ca na quarta feira, quando terminei de encaixotar minha casinha, dei ferias para minha empregada, coloquei a cachorrinha, a baba e a Be no carro e nos mudamos para o apto que meus pais tem na praia.
O marido ficou no vai-e-vem.
E meu apto entrou, mais uma vez, em reforma. Agora se o marido quiser mudar qualquer coisa, que mude de esposa. Canseiiiiii!!! Obvio que falo isso mas fico entusiasmada com as novidades que a obra nos trara. Vou adorar o piso novo, optamos por um porcelanato por causa da baixa manutencao. E com umas paredes a menos, minha casa vai parecer mais ampla. Vai ficar lindo.
Mas nao sera uma obra pequena, ficarei um mes e meio, senao dois meses aqui na praia.
Estamos super bem instaladas. O apto eh grande e ate agora tudo que senti falta tinha no supermercado. Na quarta feira, quando subir para sao paulo para acompanhar a obra trarei minha batedeira, porque de resto tenho tudo aqui!!!
Minha super hiper internet ficou na lembranca, mas pelo menos estou conseguindo ligar meu computador e postar um pouquinho.

Esses dias fomos a praia com a Be.
A Be esta engatinhando na areia...
Primeiro, ficou admirada com a nova textura: passava a areia entre os dedinhos.
Depois, desencanou e comecou a engatinhar.
Dai resolveu comer a areia, afinal de contas ela poe tudo na boca.
Dai chora, porque realmente eh aflitivo ter areia na boca.
E quando esta com sono, esfrega os olhinhos com as maos cheias de areia, e chora mais ainda.
Uma fofa. Ta se divertindo.
E o tempo vai passar, e estou de ferias, ao inves de estar no meio da obra. Adorei!
Um dia antes da gente subir, na terca feira passada, a Be teve uma noite terrivellllllllll. Acordou umas 15 vezes, foi tenso. Terca de manha, um pontinho branco na gengivinha dela. UM DENTE!!! O primeiro dentinho da Beatriz nasceu com 9 meses completos. Em menos de uma semana ele ja subiu bastante.
Por aqui, foram algumas noites mal dormidas, um pouco mais irritavel, mas bem tranquilo. Gracas ao bom D'us nada de febre, assaduras ou diarreia. Ainda. Cada dente, uma historia.
Ja aprendi nessa vida de mae que nada eh para sempre, nem definitivo. Um passo de cada vez. Tudo ao seu tempo. E do jeito dela.


p.s.: teremos mais uma historia incrivel!!! Aguardem!!!!!!!!! =)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A be esta engatinhandoooooooo!!!

A Beatriz vem ensaiando ha tempos engatinhar.
Ela comecou engatinhando para tras,  o que era bem engracado. Depois, fazia uma ponte, levantando o bumbum e ficando com os bracinhos e pernas esticados, mas sem sair do lugar.
No domingo passado enquanto minha sogra estava com ela.... tcharaaaaaam! Primeiros "passos".
Com 7 meses, ela comecou a dar barrigadas...
Esse video foi feito dia 18/8, entao ela estava com oito meses e meio.
video
Ate esse ponto, ela dava essas barrigadas e andava pra tras.
Nesse fim de semana, ela ja esta assim:

video
Esperta, agil e colocando o dedo nas tomadas.
Muita alegria ver a filha crecer saudavel e feliz, e nao poderia deixar de dividir essa alegria com voces, que participaram de tudo.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Fim de semana perfeito

Meninas,
Todas sabem o quanto a rotina (militar) da be para mim eh importante.
Sempre quis que a Be tivesse a rotininha dela, e sempre prezei por isso. Nesses nove meses, nao houve um dia sequer que ela nao estivesse em casa para cumprir o ritual as 12:00 comer, tomar, banho, trocar e dormir. Nos finais de semana a gente sempre cumpre essa sequencia, mas ela dorme no carrinho e a gente sai para um restaurante.
Mas sempre foi muito estressante.
Ela come as 12:00 e deve dormir por volta das 12:30. Quando o marido marcava as 13:00 com amigos, era sempre uma briga, porque queria que ela chegasse acordada no restaurante, para dormir la (tinha medo dela dormir no silencio e acordar com barulho). Para isso, ja mantive ela acordada no trajeto, ja chegamos antes, montava o carrinho nos lugares mais exoticos.
E isso se repetia no sabado e no domingo.
E na segunda, eu acordava com aquela ressaca moral. Briguei com o marido, passei nervoso, mas deu tudo certo! E prometia que seria diferente, mas repetia tudo no final de semana seguinte.
Venho com essa ressaca moral ha meses.
No final de semana passado, teriamos duas festas no sabado e tinhamos que ir em ambas. Um almoco as 13:00 e uma festa infantil as 15:00.
Como??
Onde e de que forma ela iria dormir?
Como eu chegaria em casa antes das 18:00 para dar a jantinha??
Combinei com a minha mae de ela vir para casa. A be iria dormir as 12:30 como de costume, eu ia no almoco e buscava ela assim que ela acordasse.
Dai me lembrei que uma vez o aniversariante chamou a beatriz de cabeca de bacalhau... (todo mundo sabe que existe, mas ninguem ve)
Agradeci a minha mae, respirei fundo e encarei. Dei o banho, colocamos no carro e ela apagou. Transferimos do bebe conforto para o carrinho e ela nao acordou..... ufaaaa....... chegamos no almoco, deixamos o carrinho num canto, e ela dormiu ate as 15:30!!!!! Vivaaaa!!! Acordou super de bom humor, brincou, e fomos para a outra festa com ela mamando no carro (com quase uma hora de atraso). Chegamos na festa, e ela estava uma princesa, feliz, bem humorada, se divertiu super.
As 18:00, dei a papinha na festa, entao voltamos para casa e chegamos atrasadas, as 19:30 em casa. Ela demorou para dormir porque estava bem agitada, mas dormiu o sono das princesas.

Esse fim de semana teriamos um batizado numa cidade a 90km de sp. Tava tensa. O batizado era as 10:00......Seria, portanto, a primeira vez que ela estaria fora de casa na hora do banho. Alias, nao daria banho. E que horas estariamos de volta?? Panico.

No sabado, comprei um estoque de papinhas nestle, preparei a malinha dela com almoco, lanche da tarde e jantar e no domingo acordamos e ja saimos. Ela foi tomando o suco de laranja no carro. Chegamos la, ela estava super disposta. Acabou o batizado as 11:30 e fomos para o restaurante. Chegando la, nao tinha trocador. \o/ Troquei-a em cima de uma mesa no canto. Dei a papa, ela fez numero dois e la fui eu: ate o banheiro, tirei a fralda cheia, lavei na pia, embrulhei na toalha e troquei na mesa. Coloquei para dormir e ela nao quis. Nao insisti.
Brincou e engatinhou (falarei num prox post), se cansou, passou de colo em colo. As 15:00, mamou e entao apagou. Mas dormiu pouco, 40 minutos so. Nao queria perder a festa.
Voltamos para casa, e seguimos nossa rotina. A noite, estava exausta e dormiu o sono das princesas.

Nunca uma segunda feira foi tao feliz como essas duas ultimas.
Estou leve, feliz, aliviada. Pudemos curtir o final de semana.
A Be saiu da rotina? Sim, paciencia. Ficamos todos mais felizes? Sim, sem duvida.

Demorei 9 meses para perceber que a rotina eh boa, mas nao podemos nos tornar escravos dela. Talvez ela so tenha essa rotina fixa porque sempre respeitei a risca. Mas isso me custou vaaarios finais de semana estressantes. Como disse, essa manha de segunda teve um gostinho especial.
Boa semana para vcs!!!

domingo, 7 de setembro de 2014

Dicas da Hope para viajar com um bebe


Depois que nossa filha nasceu, eu e meu esposo começamos a planejar uma viagem. Já pensamos em uma viagem a três. Deixar nossa pequena nunca foi cogitado. Ouvimos de tudo. Que éramos loucos, imprudentes, corajosos... Contudo, como estamos acostumados a viajar pra todo lugar, não mudamos nossos planos iniciais. E outra. Esse pensamento é puramente brasileiro, porque, em outros países, todo mundo viaja com os filhos, independente da idade, e se diverte muito. Aí começaram a surgir inúmeras dúvidas: para onde ir;  a época de viajar, por conta do clima; com que idade; como será a alimentação; como evitar dores no ouvido nos vôos... e por aí vai.

                                    Aqui vão algumas dicas.

                                    Quem decide viajar com os filhos sabe que terá momentos únicos e maravilhosos, que se eternizarão no tempo, mas deve saber também que terá um pouco de trabalho, além de ter que fazer uma super programação, pois o primordial é a organização.
                                    Em primeiro lugar, você precisa pensar no clima. É importante escolher uma cidade que tenha clima semelhante ao que a criança está habituado, porque assim você evitará o surgimento de doenças respiratórias, que, certamente, irão atrapalhar suas férias.
                                    A cidade que escolhemos também tinha uma boa infra estrutura e, dessa forma, não tivemos dificuldade em andar com o carrinho pelas ruas, nem em transportes públicos. É interessante, além de levar o carrinho, levar um canguru, pois o bebê se cansa e você alterna a forma de carregá-lo.
                                    Outro ponto primordial é o tempo. Esse passa voando, quando você está com um bebê. Então não faça programações muito grandes ou cansativas. Deixe o dia sempre flexível. Se der pra conhecer, ótimo; se não der, volta em outra ocasião. Eu e meu marido somos muito tranquilos em relação à isso. Se não conseguimos ver algo, é motivo para querermos voltar àquela cidade em outras férias. Outra questão importante é respeitar os horários que a criança segue em sua casa. Apesar da mudança de fuso horário, mantivemos nossa filha no fuso horário dela e não tivemos problemas. Respeitamos os horários da alimentação e do soninho, e a viagem foi maravilhosa!
                                    O melhor local para ficar hospedado é em apartamentos, que acabam ficando mais baratos que um hotel, para períodos de, no mínimo, uma semana. A facilidade do apartamento é a existência de uma cozinha (para lavar e esterilizar) e também de uma maquina de lavar/secar roupas, pois criança suja demais.
                                    Como não sabia se encontraria lá, com facilidade, os itens que uso na limpeza, levei daqui, em frascos pequenos de 100ml, o detergente de coco e o sabão de coco que uso (foi ótimo, pois realmente demorei para achar). Ainda levei o leite que ela usa, com uma lata a mais, para o caso dela não querer fazer alguma refeição, e eu ter que substituir pelo leite (aconteceu algumas vezes no lanche, pois tive dificuldade de achar frutas que ela gostasse). Levei também papinhas (doces e salgadas) para os primeiros dias, pois não sabia como seria a questão da alimentação. Percebi que, em alguns locais, eles preparam uma papinha natural sem problemas, já, em outros, é mais difícil e temos que nos socorrer das artificiais mesmo. Desencanei quanto a isso. Há cidades que têm restaurantes “family friendly”, perfeitos para ir com crianças. É sempre bom dar uma olhadas nos sites. Porém, se você esquecer de levar os alimentos, não se preocupe. Nos vôos e nos aeroportos, é fácil encontrar leite e papinhas para seu bebê. Outra coisa que tornou fácil a alimentação, foi ter acostumado minha filha a tomar leite na temperatura ambiente e comer as papinhas não tão mornas (muitas vezes não tinha nem onde esquentar, e ela comia numa boa).
                                    Em relação ao vôo, lembre-se de dar água ou leite na hora da decolagem e da aterrissagem, para evitar dor no ouvido. Achei, particularmente, o vôo noturno mais tranquilo, porque ela dormiu quase todo o trajeto. Se o vôo for de dia, e tiver diferença de fuso, cuidado pra não agendar num horário ruim para seu bebê.
                                    O casal precisa estar em sintonia. Em alguns momentos, você vai querer dar uma volta no Shopping, p ex, pra fazer umas comprinhas... Afinal, ninguém é de ferro.... Então, combine (negocie kkk) com seu esposo. Ele também vai querer fazer o mesmo. Dá pra se dividir sem estresse algum. Contudo, para você não ter que voltar correndo, programe suas compras para a hora do soninho ou outro momento que seu bebê fique bem tranquilo. Caso contrário, o papai vai enlouquecer sem saber o que fazer.
                                    Itens que achei essenciais:
                                    1 – banheira inflável (monta e desmonta com facilidade, além de ser super prática na hora do banho);
                                    2 – brinquedinhos pequenos (que não façam muito barulho) para levar na bolsa de mão e distrair o bebê durante o vôo;
                                    3 – chapéu para proteger do sol (como passamos muito tempo fora, se o clima do lugar for quente, não esqueça essa proteção para seu filho);
                                    4 – mini – peneira e mini- espremedor de laranja (minha pequena adora suco e essa foi a forma que encontrei de fazer suco natural para ela). Em alguns locais, consegui sucos naturais com facilidade, mas, quando não, usei o espremedor mesmo. Quase não ocupa espaço!  Nem pensem que carrego a casa, quando viajo. Levo um pouco de tudo, pois gosto de estar preparada para qualquer coisa, mas a Tata conhece o tamanho da minha mala. Viajo com mala de bordo rsrsrsrs
                                    5 – casacos (levei uma jaqueta e um casaco mais quentinho, tipo moletom com capuz. Usei muito. Apesar de ter viajado no verão, em muitas cidades, ocorre a diminuição da temperatura durante a noite. Usei também nos vôos;
                                    6 – Troca de roupa para mamãe e para o papai, para levar na mala de bordo, para o caso de ocorrer algum imprevisto;
                                    7 – babadores descartáveis;
                                   

                                    No mais, é curtir seu filho nesse tempo precioso que vocês terão juntos, tirar muitas fotos e aproveitar a companhia do maridão rsrs. Afinal, você está viajando em família...
                                    Bem, essas foram as dicas que me lembrei. Se eu me recordar de algo mais, passo para a Tata.
                                    Um bj enorme,
                                   
                                    Hope35
                                   

sábado, 6 de setembro de 2014

A historia da Hope - parte final


Tirei férias, viajei com o marido e me voltei para Deus... Comecei a questionar os motivos de tudo aquilo, pois, no meu entender, há uma razão para tudo. E se eu estava passando por aquela provação, se tudo o que tinha vivido era pra meu crescimento pessoal, eu precisava compreender cada passo dado, para ser uma pessoa melhor. Encontrei as respostas que procurava. Encontrei paz de espírito e pude entender o que estava acontecendo comigo. Aceitei a mim mesma pela primeira vez eu acho, de forma plena e sem “poréns”.... Pedi perdão a Deus pelo erros do passado e prometi cuidar e amar, como toda força do meu coração, a vida que ele entregasse em minhas mãos.
                                    Decidi recomeçar!
                                    Ainda tinha dois embriões congelados e, mesmo não havendo indicação clínica, a Dra. pediu  para que eu fizesse as vacinas de linfócitos paternos, usasse imunoglobulina e também aplicasse HCG no dia da transferência. E assim foi feito! Usamos tudo que era possível! Estava nas mãos de Deus!
                                    Fiz minha 5a TEC e, dessa vez, com o coração em paz, sem mágoas, sem medo, sem dúvidas... Recebi meu tão desejado e esperado milagre. Deus me presenteou com uma linda menina! Meu maior tesouro... Uma criança doce e meiga, que me acorda, todos os dias, com um sorriso no rosto, enche meus dias de alegria e encanta a todos... Aprendi que tudo tem a hora certa para acontecer, pois o tempo de Deus é perfeito. Ela só veio para meus braços, quando eu estava preparada para ser mãe. 

A hope teve uma linda menininha, mas ela poupou voces dos detalhes. A gestacao dela foi de muitos cuidados. Repouso, sangramento, questoes envolvendo a trombofilia (a dela eh bem acentuada). Foi uma gestacao cheia de cuidados, acompanhada de perto por uma medica de gestacao de risco, mas que valeu cada cuidado e cada preocupacao. A filhinha dela eh simplesmente linnnnnnndaaaaaa. Pouca diferenca de idade da Be, a gente vive trocando ideias!!!

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A historia da Hope - parte 3


Retirada a endometriose, meus ovários apresentaram uma resposta maravilhosa. Consegui, em uma única indução, 7  embriões e, pasmem, dos 5 blastos que se desenvolveram, 4 foram aprovados no CGH. 
Na minha cabeça, já eram meus filhos, e eu já tinha dado nome a cada um. Com uma alegria imensa no coração, após “engordar o endométrio”, fiz minha 4a TEC. 
Fiz repouso absoluto, ficava a maior parte do tempo deitada na 1a semana. Depois, comecei a ter uma vida normal, sem esforço. 
No D9, tive um sangramento. 
Meu coração parou...Como assim? Por que eu meu Deus?  O que há de errado comigo? O que eu fiz pra merecer isso? Será que nunca vou conseguir realizar meu sonho? Nunca vou conseguir dar, a meu esposo, a alegria de ser pai?
                   Na madrugada daquele  dia, fiz um teste de farmácia. Para nossa surpresa, tava lá um POSITIVÃO. No dia seguinte, fiz logo o BHCG e recebi um beta altíssimo para o D10 (mais de 260). 
A Dra já tinha determinado repouso absoluto e tinha suspendido o clexane que eu usava por conta da trombofilia. Repeti o beta, e só aumentava. No entanto, meu desespero continuava, pois eu ainda estava sangrando. 
Fiz uma ultra com 7 semanas, vi o embrião, mas o coração não estava batendo. Repeti o exame 3 dias depois e tava lá um coração pulsando.... Saí chorando de alegria da sala do médico. 
Contei pra família, rezamos, festejamos... Mas... ainda não era minha hora. Tive mais sangramento, repeti a ultra, e o coração do meu bebê já tão amado tinha parado. 

Submeti-me a uma nova curetagem. 

Nesse momento, eu já não tinha mais forças... 
Não via sentido na vida... Caí no fundo do poço! 
Decidi parar, para recarregar minhas energias. 
Eu precisava de um tempo pra mim...
Precisava parar de pensar em tratamento... 

Precisava tentar entender o que estava acontecendo.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A historia da Hope - parte 2


            Minha GO desconfiou de trombofilia e foi assim que descobri meu primeiro problema. Voltei na especialista em reprodução humana, pois, afinal de contas, ainda tinha 4 congelados com ela. Ao programar a segunda TEC, recebi a notícia de que eu só tinha, na verdade, 3 embriões, pois eles haviam armazenado em paletas com 3 embriões e 1 deles não havia resistido ao primeiro descongelamento. Respirei fundo e agendei a próxima TEC. A médica renomada não me acompanhou em nenhuma das ultras, apesar de sempre solicitar sua presença. Fui atendida por uma médica assistente com quem não tinha  nenhuma empatia. Feita a transferência e passados 12 dias, recebi outro negativo. Sinceramente, eu já estava tão decepcionada com a Clínica que já esperava um resultado desses. Foi nessa hora que abri meu computador e comecei a procurar indicações de médicos na internet. (porque muita gente sofre do mesmo problema, mas ninguém conversa abertamente sobre isso... ainda é um verdadeiro tabu). Li centenas de depoimentos e acabei escolhendo a Dra Dani. Falei para o marido, e ele topou na hora. Liguei e marquei a consulta.
(detalhe, meninas, que a Hope nao contou: ela mora no Nordeste. Ela veio ate sp para fazer o tto com a dra dani)
                        Quando terminou a consulta, senti que estava no lugar certo. Tinha encontrado meu anjo enviado por Deus. Sabia que, através daquelas mãos, ia conseguir realizar o nosso sonho.
                        Depois de uma bateria de exames minuciosos, descobri outro problema: a baixa reserva ovariana. Tivemos, então, que fazer duas induções para montar um banco de embriões, já que havíamos decidido fazer o CGH antes da transferência. Apesar de não termos nenhum problema genético, eu já tinha passado dos 35 anos, e o exame dos embriões seria mais uma garantia no tratamento. No dia da transferência, recebi a notícia de que tinha dois embriões saudáveis.
                                    Em meu coração, tinha a certeza de que seria daquela vez. Contudo, os planos de Deus eram outros pra mim... Recebi o resultado do exame, e o valor do beta era muito baixo (indeterminado). Que angústia! Esperei uma semana, repeti o exame, e, realmente, a implantação não ocorreu de forma perfeita. Senti a perda, mas não sofri tanto quanto da primeira vez...
                                    Liguei pra Dra e, como já tinha feito todo tipo de exame possível, ela decidiu fazer uma video-histeroscopia e uma videolaparoscopia cirúrgicas. Para minha surpresa, estava com focos de endometriose e pólipos, não apresentados em nenhum exame de imagem. Pensei... Enfim, descobrimos o que impedia a fixação dos embriões... Agora vai dar certo! Esperei uns dois meses para meu corpo se recuperar e comecei nova indução.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A historia da Hope - parte 1

Meninas,

Retomando a nossa serie das historias das meninas, segue o caminho da Hope.


Bom dia!

                        Oi pessoal...

                        Eu sou a Hope35 do Efamily e, a pedido de uma amiga muito querida, vim aqui contar um pouquinho da minha história e dar também algumas dicas, às mamães, de como viajar com um bebê.
                        Conheci a Tata (Thaís) através do site do Efamily, pois, por coincidência, partilhávamos nossas alegrias e tristezas no mesmo tópico. Engraçado como, muitas vezes, pessoas que apenas conhecemos virtualmente, tornam-se nossos grandes amigos e confidentes, apoiam-nos em nossos momentos de dificuldade e riem junto conosco nos momentos de alegria.
                        Bem... Eu me casei aos 30 anos e pensava que era a mulher mais fértil do mundo... Já me programei para ter filhos com um ano de casada e, quando comecei a receber negativos, percebi que tinha algo errado comigo. Minha ginecologista, então, indicou-me uma profissional renomada na cidade vizinha de onde moro. Fiz alguns exames simples, sendo logo indicada uma IA. Em 12 dias, recebi meu primeiro negativo oficial, pós tratamento. Passados dois meses, nova IA e outro negativo. A médica ainda queria fazer uma terceira tentativa, mas eu recusei, falando que preferia partir para uma FIV, pois a garantia de sucesso era maior. Estimulamos, coletamos e conseguimos seis embriões morfologicamente normais (nenhum blasto). Transferi dois e recebi meu primeiro positivo da vida.
                        Nossa... Alegria imensa! Meu coração não cabia em mim... Contei pra todo mundo. Comecei a fazer planos, já olhei peças do enxoval, nomes... No entanto, quando fizemos a 1a ultra, meu chão se abriu... Não ouvimos o coração. Liguei na Clínica, mas a médica nem sequer falou comigo, tive que conversar, aos prantos, com a assistente dela. Quem me acolheu e me apoiou nesse momento difícil foi minha GO, que me encaminhou para outro médico, após alguns dias, para confirmar o aborto e, em seguida, submeti-me à minha 1a curetagem. Entrei chorando e soluçando na sala de cirurgia. Dor física e emocional sem tamanho... 
                        Vivi meu luto...Tirei forças não sei de onde e decidi recomeçar...

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Noticias do olho do furacao

Oi meninas.

E ai, gostaram da historia da Coragem????? De-mais ne??

Viram quantos "naos" eles ouviram? Como foi sofrido, mas como eles lutaram? E os gemeos sao lindos, saudaveis, nasceram super bem. Foram para casa em tres-quatro dias, sao super espertos e sempre foram bonzinhos para dormir. As vezes acho que D'us quando manda gemeos escolhe bebes mais "camaradas". Realmente tenho essa impressao... E maes que aguentam o tranco tambem, porque gente... eu nao dava conta nao!! kkkkkk

Esse final de semana foi taoooo legal! Tivemos varios eventos, e a Be se comportou super bem. E minha sogra (salve!!) veio dormir no sabado e foi embora so hoje, segunda. Curtimos super, saimos, pegamos um cinema, foi demais.

O filme que a gente foi assistir se chama Sex tape - perdido na nuvem. Absolutamente engracado, e gente, baseado na minha vida, so pode ser!!!!! Um casal super fogoso, que com o casamento e a chegada dos filhos, passa a simplesmente nao conseguir mais namorar. E se nao bastasse tudo isso ser a nossa cara, a moca ainda por cima eh blogueira, e as pessoas a encontram na rua e dizem: 'adoro seu blog". kkkkk a gente morreeeeeeeeu de rir!!!!

Dai, eles resolvem filmar eles transando para dar uma apimentada, e o filme acaba vazando.

Foi demais. Raro dar boas risadas numa comedia, e esse filme para a gente foi otimo.

Estou correndo atras das coisas da festa da be, e para embolar o meio de campo, sugiram algumas coisas que estao me tirando do ar, tomando meu tempo e motivo pelo qual estou absolutamente longe do blog.

- A minha empregada, que esta comigo ha mil anos, esta com o marido super doente. Vira e mexe ela falta, chega atrasada, e a minha casa eh grande. Assumo a faxina, a cozinha, tudo....
- Marido marcou uma super viagem no final de novembro, entao chegamos e ja eh a festa da be.; Alem de agilizar as coisas para a viagem, tenho que deixar tudo da festa tinindo.
- Ja corri com a maioria das coisas.... ja tenho engatilhado buffet, docinhos, bolo. Mas ainda falta fechar: um fundo para a mesa de doces, os moveis, definir o modelo do bolo, convites, e encapar o "beatriz" que mandei fazer de madeira (esse estou terminando).

E resolvemos que vamos reformar, DE NOVO, a casa. Tenho um piso de madeira que esta detonado por conta das patas da cachorrinha, e na sala esse piso tem um desnivel de 30cm, que eh um charme, mas quebra a sala e agora com a Be fica complicado dela cair. Entao, vamos encarar uma reforma de 2 meses, para comecar o quanto antes (quero ir viajar com a casa pronta).

Somado a tudo isso, fazem dois meses que o marido esta com uma tosse terrivel. A tosse comeca quando ele entra no quarto. Ja pensamos em N possibilidades, e agora surgiu uma que esta fazendo sentido, mas que esta no aterrorizando: acho que ele esta com alergia a cachorra.

A nossa cachorrinha, que foi nossa filha enquanto a be nao chegava.

Nao sei o que fazer. No momento, vou leva-lo num alergista para ver... Mas se for confirmado.....nao sei como resolver a atitude, ja que me desfazer dela esta totalmente fora de opcao.

Espero ainda hoje programar a historia da Hope para vcs continuarem acompanhando as historias das meninas. A historia dela tambem eh demais..... E o melhor: todas tem finais felizes!!!!!

bjsss e uma linda semana!!!